quarta-feira, 30 de novembro de 2016

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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Pelo 2º ano consecutivo, população de 13 cidades de MS encolhe, diz IBGE


Maior queda foi em Novo Horizonte do Sul, com 3,09%.
Em Taquarussu número de moradores está estagnado desde 2014. 

Anderson ViegasDo G1 MS
Pelo segundo ano consecutivo, a estimativa populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que em 13 cidades de Mato Grosso do Sul o número de habitantes está encolhendo.
Conforme o IBGE, o quadro de retração registrado na estimativa de 2015 se repetiu nos números de 2016, que foram divulgados nesta terça-feira (30), no Diário Oficial da União, para as cidades de:Bodoquena (de 7.898 habitantes para 7.859). Brasilândia (de 11.903 para 11.884), Camapuã (de 13.731 para 13.712), Fátima do Sul (de 19.220 para 19.200), Glória de Dourados (de 9.992 para 9.976), Guia Lopes da Laguna (de 10.136 para 10.063), Inocência (de 7.664 para 7.641), Jateí (de 4.038 para 4.031), Nioaque (de 14.233 para 14.162), Novo Horizonte do Sul (de 4.306 para 4.173), Pedro Gomes (de 7.794 para 7.738), Rio Negro (de 4.910 para 4.871) e Sete Quedas (de 10.832 para 10.811).
Percentualmente a maior redução no número de moradores entre essas 13 cidades do estado entre ano passado e este, conforme o instituto, ocorreu em Novo Horizonte do Sul. Com 133 habitantes a menos entre um ano e outro, a retração foi de 3,09%.
Além deste grupo, outra revelação dos dados do IBGE é que há três anos o número de pessoas que mora em Taquarussu permanece o mesmo. Desde 2014, a estimativa é que o município tenha 3.570 habitantes.
Nos outros 65 municípios sul-mato-grossense o instituto aponta que a quantidade de moradores aumentou. Em números totais, o maior crescimento foi registrado em Campo Grande. A capital do estado ganhou 10.360 moradores entre 2015 e 2016, passando de 853.622 para 863.982 habitantes, um incremento de 1,20%.
Já percentualmente, os maiores índices de incremento foram registrados por cidades do interior, polos da agropecuária. Em primeiro, Sidrolândia, com 3,15%, de 51.355 para 52.975 moradores, depois vem Chapadão do Sul, com 2,93%, de 22.620 para 23.284 e em terceiro aparece Nova Alvorada do Sul, com 2,85%, passando de uma população de 19.656 pessoas para 20.217.
Veja abaixo população estimada pelo IBGE em cada município de Mato Grosso do Sul:

Água Clara - 14.734
Alcinópolis - 5.114
Amambai - 38.030
Anastácio - 24.852
Anaurilândia - 8.885
Angélica - 10.304
Antônio João - 8.744
Aparecida do Taboado - 24.745
Aquidauana - 47.323
Aral Moreira - 11.586
Bandeirantes - 6.783
Bataguassu - 22.084
Batayporã - 11.228
Bela Vista - 24.223
Bodoquena - 7.859
Bonito - 21.267
Brasilândia - 11.884
Caarapó - 28.867
Camapuã - 13.712
Campo Grande - 863.982
Caracol - 5.906
Cassilândia - 21.685
Chapadão do Sul - 23.284
Corguinho - 5.622
Coronel Sapucaia - 14.916
Corumbá - 109.294
Costa Rica - 19.835
Coxim - 33.231
Deodápolis - 12.712
Dois Irmãos do Buriti - 11.049
Douradina - 5.775
Dourados - 215.486
Eldorado - 12.176
Fátima do Sul - 19.200
Figueirão - 3.020
Glória de Dourados - 9.976
Guia Lopes da Laguna - 10.063
Iguatemi - 15.738
Inocência - 7.641
Itaporã - 23.220
Itaquiraí - 20.401
Ivinhema - 22.975
Japorã - 8.702
Jaraguari - 6.940
Jardim - 25.617
Jateí - 4.031
Juti - 6.476
Ladário - 22.228
Laguna Carapã - 7.097
Maracaju - 44.042
Miranda - 27.316
Mundo Novo - 17.994
Naviraí - 52.367
Nioaque - 14.162
Nova Alvorada do Sul - 20.217
Nova Andradina - 51.764
Novo Horizonte do Sul - 4.173
Paraíso das Águas - 5.251
Paranaíba - 41.626
Paranhos - 13.674
Pedro Gomes - 7.738
Ponta Porã - 88.164
Porto Murtinho - 16.686
Ribas do Rio Pardo - 23.526
Rio Brilhante - 35.465
Rio Negro - 4.871
Rio Verde de Mato Grosso - 19.515
Rochedo - 5.300
Santa Rita do Pardo - 7.682
São Gabriel do Oeste - 25.443
Selvíria - 6.469
Sete Quedas - 10.811
Sidrolândia - 52.975
Sonora - 17.941
Tacuru - 11.160
Taquarussu - 3.570
Terenos - 20.387
Três Lagoas - 115.561
Vicentina - 6.034

Postado por Carlos PAIM

quarta-feira, 13 de julho de 2016

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sábado, 7 de maio de 2016

Vídeo de boiada 'gigante' andando em avenida de RO viraliza na internet

Imagens foram feitas por morador de Alto Alegre dos Parecis.

Segundo Idaron, rebanho era composto por mil cabeças de bois.

O vídeo de uma boiada "gigante" andando pela principal avenida de Alto Alegre dos Parecis (RO) está chamando a atenção de internautas nas redes sociais. Gravadas por um morador no último domingo (1°), as imagens mostram vários peões a cavalo tocando mil bois tranquilamente. Em alguns trechos da gravação, os animais sobem em cima de calçadas e chegam a desviar de um caminhão estacionado na via. Até esta sexta-feira (6), mais de 55 mil pessoas já haviam assistido ao vídeo (veja acima).
De acordo com Dalvino Rodrigues de Azevedo, que gravou o vídeo da sacada de casa, a boiada passou pela Avenida Tancredo Neves no último domingo. "Foi bem cedinho. Eu ainda estava dormindo quando ouvi os estalos do chicote e sai para ver", relembra.
Ao G1, o morador de 52 anos disse que esta não foi a primeira vez que uma boiada passa pela avenida. "Uma vez passou cerca de 2 mil cabeças. Deve ser a maior que já vi aqui. Uma vez a boiada estourou e os peões precisaram sair correndo com o cavalo para arrebanhar de novo. É sempre lindo ver essa tradição no interior do estado", conta.
Boiada era composta por mil cabeças, segundo o Idaron de Alto Alegre (Foto: Reprodução)Boiada era composta por mil cabeças, segundo o Idaron de Alto Alegre (Foto: Reprodução)
Dalvino diz que a boiada costuma passar pela cidade sempre de madrugada ou já no amanhecer do dia, quando não tem ninguém andando na rua. "A prática é comum e linda de se ver", afirma. O morador diz que não esperava tanta repercussão nas redes sociais após a postagem do vídeo. "Fiquei bastante surpreso", ressalta.
Repercussão
Depois que o vídeo foi postado, várias pessoas compartilharam e comentaram a gravação no Facebook. Um usuário brincou com a situação e chamou a cena de um "engarrafamento de churrasco". O trabalho dos peões também arrancou elogios dos usuários: "Eita boiada bonita", disse um homem no comentário do vídeo. "Lindo de mais amei", disse outra internauta.
Boiada era composta por mil cabeças, segundo o Idaron de Alto Alegre (Foto: Facebook/ Reprodução)Boiada era composta por mil cabeças, segundo o Idaron de Alto Alegre (Foto: Facebook/ Reprodução)
Até esta sexta-feira, mais de 55 mil pessoas já haviam assistido o vídeo gravado por Dalvino.
Autorizado
De acordo com a Agência de Defesa Sanitária Agrossilvipastoril do Estado de Rondônia (Idaron), este tipo de transporte terrestre de animais é permitido. "Para fazer isso, o produtor precisa apresentar o Guia de Trânsito Animal (GTA)", explica Alexandre Marques de Lima, chefe da unidade em Alto Alegre dos Parecis.
Ainda segundo Alexandre, a Idaron também cobra exames negativos para mormo e anemia dos animais. “Sempre que vão passar pela cidade nós os abordamos para verificar essa documentação. Aqui é comum esse tipo de boiada, pois é uma rota boiadeira”, declara.
A boiada filmada em Alto Alegre dos Parecis é composta de mil cabeças. Os animais saíram de uma fazenda do município no dia 1° de maio e o destino final é uma propriedade do distrito de Novo Plano, em Chupinguaia (RO), no Cone Sul de Rondônia. Os bois devem viajar cerca de 150 quilômetros e o trajeto pode durar semanas.
Assista ao vídeo acessando este link :http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2016/05/video-de-boiada-gigante-andando-em-avenida-de-ro-viraliza-na-internet.html
G1GLOBO
Postado por: Ygor I. Mendes

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Postado por: Ygor I. Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Projeto Biomas e Exército ampliam parceria no Cerrado

Cerrado, plantas nativas do cerrado, Projeto Biomas
Projeto Biomas e Exército ampliam parceria no Cerrado
  1. Brasília (05/05/2016) - O Coordenador do Projeto Biomas no Cerrado e pesquisador da Embrapa Cerrados, Felipe Ribeiro, reuniu-se na última segunda-feira, 2 de abril, com o 2º sargento do Núcleo de Base Administrativa e Campus de Instrução de Formosa (GO), Lucio Piau. No encontro, eles discutiram as ações que serão executadas na área de referência do Projeto Biomas no Cerrado, que pertence ao Exército brasileiro.

1) plantios de crescimento isolado de árvores (pomar educativo e sombra para estacionamentos);
2) coleta de sementes;
 3) plantios de recuperação/restauração; e
4) educação ambiental.
A área de referencia, localizada no Campus de Instrução de Formosa (GO), do Projeto Biomas é uma reserva onde estão preservadas as plantas nativas do Cerrado. “Como a área do exército é intocada, ela serve de referência física e biológica para os projetos de pesquisa implantados na área experimental do projeto biomas”, explica Felipe Ribeiro.
Na reunião, foram discutidas diferentes possibilidades da parceria. Foram definidas quatro ações:
Para dar início à primeira ação,  o componente Cerrado do Projeto Biomas compartilhou aproximadamente 200 mudas de espécies nativas, sendo várias delas produzidas a partir de sementes coletadas na própria área do Exército. Elas serão plantadas em alguns estacionamentos do Campo de Instrução dessa instituição.
As espécies selecionadas para iniciar o pomar educativo e sombra para estacionamentos foram as fruteiras buriti, gueroba, ingá-mirim, jaracatiá, curriola, marmelada-de-bezerro, guapeva, jussara, e as árvores guanandi, pau-pombo, paineira e os ipês-amarelo da mata, amarelo do Cerrado, amarelo-felpudo e branco.
Foi acordado ainda que as próximas ações aconteçam somente após a preparação de uma planilha com as atividades estratégicas comuns para a ampliação da parceria. Segundo o pesquisador Felipe Ribeiro a expectativa é que ainda este ano seja oferecido um curso de educação ambiental para que os membros daquela corporação possam no futuro coletar sementes e produzir mudas, fortalecendo assim os plantios experimentais que serão implantados na área do Campo de Instrução em parceria com o Projeto Biomas.
Sobre o Projeto Biomas
O Projeto Biomas, iniciado em 2010, é fruto de uma parceria entre a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com a participação de mais de quatrocentos pesquisadores e professores de diferentes instituições, em um prazo de nove anos.
Os estudos estão sendo desenvolvidos nos 6 biomas brasileiros para viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas.
O Projeto Biomas tem o apoio do SENAR, SEBRAE, Monsanto, John Deere e BNDES. No Cerrado, o Projeto Biomas é coordenado pela Embrapa Cerrados, com apoio da Embrapa Florestas, Emater/GO, Instituto Federal Goiano, Universidade de Brasília - UNB e Universidade Federal de Goiás - UFG.
Projeto Biomas
Postado por: Ygor I. Mendes

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MS é 1º estado com mais apoio às mulheres vítimas de violência

Estado é o 9º com o maior número de feminicídios.
Casa da Mulher Brasileira integrou atendimento às vítimas.

Do G1 MS

Mato Grosso do Sul é o estado com maior número de atendimento às mulheres que foram vítimas de violência em 2014, segundo o “Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil”, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
Foram registrados 37,4 atendimentos por 10 mil habitantes. Cerca de 15,8 mil mulheres foram agredidas em 2013 por pessoas conhecidas, como pai, mãe, filho (a), cônjuge, namorado (a), amigo (a) ou vizinho (a).
O estado é o 9º com maior número de feminicídios, assassinatos cometidos contra mulheres. Em sete anos, o número de mortes aumentou 36,4%. Mas o número de mulheres mortas em casos de violência doméstica vem apresentando uma pequena queda nos últimos anos: foram 78 em 2011, 77 em 2012 e 75 em 2013.
Em Campo Grande, a taxa de homicídios ficou abaixo da média nacional, de 5,5 por 100 mil habitantes. A taxa da capital sul-mato-grossense foi de 5 para 100 mil habitantes em 2013.
Já em relação ao interior do estado, Tacuru, cidade na região sul, tem a maior taxa de feminicídios. Para cada 10 mil habitantes, o município tem uma taxa de 24. Na sequência, vem Coronel Sapucaia, com 19,6; e Paranhos, com 16,2.
Quanto à cor da pele, o assassinato de mulheres brancas caiu 31,3%: de 32 em 2003, caiu para 22 em 2013. Por outro lado, a morte de mulheres negras aumentou 48,1% no mesmo período: de 27 em 2003 saltou para 40 em 2013.
Características
Em âmbito nacional, um dado importante do estudo é o local do homicídio: 27,1% deles acontecem no domicílio da vítima, indicando a alta domesticidade dos assassinatos de mulheres. Outros 31,2% acontecem em via pública, e 25,2%, em estabelecimento de saúde.
Maria da Penha em solenidade em Campo Grande (Foto: Reprodução/TV Morena)Maria da Penha, que deu nome à lei contra
violência doméstica à mulher
(Foto: Reprodução/TV Morena)
Casa da Mulher Brasileira
Para frear os índices de feminicídios e violência contra mulheres, o governo federal lançou em 2013 o programa “Mulher, Viver sem Violência”. Um dos eixos do programa é implementação da Casa da Mulher Brasileira, uma estrutura que integra atendimento às vítimas da violência, desde o apoio psicossocial até o cuidado com as crianças.
Campo Grande foi a primeira capital do Brasil a contar com a estrutura. A presidente Dilma Rousseff (PT) inaugurou o prédio em fevereiro de 2015. O evento teve a presença da farmacêutica Maria da Penha Fernandes, personalidade que se tornou símbolo do combate à violência contra a mulher.
A casa tem gestão compartilhada entre União, estado e município. A gestão administrativa ficou a cargo da prefeitura e o objetivo é combater a violência e fazer de Mato Grosso do Sul uma referência do enfrentamento à violência no país.
O local é um espaço onde as mulheres sul mato-grossenses poderão receber atendimento humanizado e integrado, da Polícia Civil através da Delegacia Especializada em Atendimento às Mulheres (Deam), Juizado Criminal, Defensoria Pública e Promotoria de Justiça.
A Casa da Mulher Brasileira fica na rua Brasília, no Jardim Imá, perto do Aeroporto Internacional de Campo Grande. No local também ainda funciona uma brinquedoteca, para onde serão levadas crianças filhas das vítimas da violência doméstica, durante o tempo em que estiverem recebendo atendimento.